Cleitinho descarta privatizar Cemig e promete diálogo com Lula ou Flávio em governo
Resumo: Governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos) descartou nesta segunda-feira, 5, privatizar a Cemig ( CMIG4 ) e defendeu que recursos da companhia sejam usados para subsidiar a conta de energia da população.
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Em entrevista à Globo, também afirmou que começará nesta semana a discutir a formação do secretariado, abriu espaço para incorporar adversários à próxima gestão e disse que procurará o próximo presidente da República, seja Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL), para tratar de questões do Estado. Ao falar sobre o futuro da Cemig, Cleitinho afirmou que a companhia dá lucro e criticou o uso de estatais em negociações políticas. “Por que não pega o dinheiro que sobra da Cemig e vai subsidiar a conta de energia da população, já que ela está ali para servir o Estado? Não tem que pegar uma estatal que dá lucro e fazer barganha com ela. Isso eu não vou fazer”, afirmou.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Cleitinho descarta privatizar Cemig e promete diálogo com Lula ou Flávio em governo. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
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